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Arquivo Diário
Amado Tom Zé!
15/11/2011 in Cachorros | Tags: Amor, Ataque, Aventuras, Barulho, Cachorro, Caixa, Cardíaco, Carinho, Chumbinho, Companheiro, Complicação, Coragem, Desidratação, Envenamento, Estrada, Fêmea, Fofura, Formigas, Genético, Hotel, Lugar, Macho, Madeira, Morte, Pêlo, Pneumonia, Posto, Problema, Reflexão, Saudades, Semana, Situação, Sobreviver, Tempo, Tom Zé, Veterinário, Viajar, Vida, Yorkshire | 2 comentários
Tom Zé chegou em casa numa noite de sábado, dia 05 de fevereiro lá em 2000. Havíamos procurado o Yorkshire de estimação nos últimos seis meses e a vontade inicial de comprar uma fêmea, logo foi substituída pela ideia de um machinho. Afinal, não estávamos em época de vacas gordas e o preço de uma fêmea desta raça era algo exorbitante.
Tom Zé chegou apenas para darmos uma olhada – não tínhamos nenhuma obrigação de ficar. Mas quando aquele pequeno pompom de pêlo saiu da caixinha de madeira, nos encantamos. Ela era pequenino – ia completar 3 meses no próximo dia 12 – e cabia certinho na palma da mão do meu pai. Lindo e fofo demais… Um bebê delicioso! Nos apaixonamos e ficamos com ele!
Nos últimos 11 anos, Tom Zé foi o nosso companheiro e passou por boas aventuras. Viajou conosco para muitos lugares e, principalmente, sobreviveu a diversas situações complicadas: pneumonia na semana que chegou em casa, desidratação num hotelzinho, ataque de um cachorro abandonado num posto da estrada, ataque de formigas e envenenamento por chumbinho.
Sobreviveu a tanto… Só não conseguiu sobreviver a um ataque cardíaco, enquanto fazia aquilo que ele mais gostava: brigar com outros machos na rua. Faleceu no dia 4 de novembro – 8 dias antes de completar 12 anos – no colo de meus pais e deixando um grande vazio e muita tristeza em nossas vidas.
Por ser um cachorrinho cardíaco – um problema genético! -, o primeiro veterinário deles sempre nos disse: “esse cachorro viverá 5 anos e olha lá”. Mas ele foi forte e sobreviveu. Viveu quase 12 anos e todos falavam: “esse bichinho é muito amado. Só o amor justifica esta força toda dele viver”. E ele foi isso: corajoso, barulhento, carinhoso e muito amado por todos da família e dos nossos conhecidos.


