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“E quando eu perguntei
Ouvi você dizer
Que eu era tudo
O que você sempre quis
Mesmo triste eu tava feliz
E acabei acreditando
Em ilusões…”

Ainda Lembro – Marisa Monte



Acho que amor que machuca não é amor de verdade… Acho que é apenas uma grande mistura de carência, egoísmo, ilusão, desespero, idealismo, mentira, fuga, alucinação e fantasia. Acredito que, assim como qualquer outra relação humana, o amor é feito dos pequenos detalhes, das grandes conquistas, do companheirismo de todos os dias, da compreensão constante, do beijo eternamente apaixonado, do carinho fora de hora, do sorriso sem motivo e dos olhares que se cruzam na enorme mesa de jantar. Amor de verdade não machuca, completa; não magoa, constrói; não mente, explica; não silencia, ajuda; não se esconde, aparece. Simples assim!

Veio um instante, partiu de novo,
Leve, sem nome…
Para que nomes? Era azul e voava…
No véu das horas punha o seu motivo.
Partiu. E nem
Ficou sabendo
Como eu acaso me chamava.

Mario Quintana


Final de mês é sempre época de reflexão para mim… Não tem jeito! Estamos no final do quarto mês de 2010, mas tanta coisa já aconteceu comigo e com as pessoas ao meu redor que confesso que estou BEM perdida. Há momentos que já não sei mais quem sou. Em outras ocasiões, não me reconheço e, na maior parte do tempo, meus sentimentos estão literalmente à flor da pele. Às vezes, tenho a sensação de uma panela de pressão que está prestes a explodir e, sinceramente, não consigo entender se isso é bom ou ruim!

Para variar, não tenho dormido quase nada – a cabeça anda mais cheia do que nunca! Minhas noites têm sido longas e gasto a maior parte da madrugada vendo televisão – entendo que assim estou descansando um pouco o cérebro por assistir programas já conhecidos ou algo bem simples. Mas isto tem me afetado bastante. O cansaço me deixa muito ansiosa e agitada. Tem momento que nem eu me agüento! Ops!

Não sei! Ando tão centrada em meus pensamentos que me esqueço de todo o resto e, na parte do tempo, não sei nem explicar o que eu estava pensando. Ou seja, tudo tem sido bem confuso no meu interior. É um turbilhão de tudo e nada, ao mesmo tempo, acontece em minhas células, em meu cérebro, em meu coração, em minha alma.

Dizem que entrar em crise e mudar o panorama do conhecimento é sempre bom e que ajuda no processo de redescobrimento! Não sei… Acho que pode ser isto sim! Afinal, o sol sempre volta a brilhar depois de uma longa tempestade, né?! É por isso que, no meio disto tudo, tento superar as minhas barreiras internas e encontrar a minha lucidez. Juro que não sei se está dando certo, mas Deus sabe que tenho me esforçado.

Enquanto passo por mais esta fase tumultuada, fico só na saudade da Iza que era apaixonada, da Iza que acreditava em contos de fadas, na Iza que sempre estava cantando e de bom humor e, principalmente, da Iza que estava sempre disposta a sair de casa… Perdi-me em alguma estrada da vida – não sei em qual -, mas continuo na luta para encontrar me reencontrar.

“I can be pensive, you can be so sure
you’ll be the poison, you’ll be the cure
I’m alone on the journey
I’m alive none the less
and when you do your very worst mmm it feels the Best”

The Poison – The All American Rejects



Minha terça-feira começou de um jeito um tanto quanto inusitado. Enquanto eu caminhava pela tão amada e conhecida Avenida Paulista, fiquei acompanhando um grupo de terceira idade que fazia um tour pela região. Todos com suas câmeras digitais em mãos e sendo guiadas por um senhor – da mesma faixa etária que a maioria deles -, os senhores e senhoras visitaram A Casa das Rosas, o Clube Homs, o prédio da Gazeta e da Cásper Líbero, a FNAC e assim por diante. Achei a cena tão diferente, mas tão bonitinha… Por mais que eu tentasse, eu não conseguia parar de observá-los.

Na hora do almoço, após uma maravilhosa caminhada, fui ao Gopala Hari, restaurante indiano e vegetariano que fica numa travessa da Avenida Augusta, sentido centro. Como não poderia deixar de ser, a comida estava ótima – fazia um ano que eu não ia lá e estava com saudades daqueles pratos diferentes -, mas a companhia foi melhor ainda. Finalmente encontrei uma amiga da PUC e o namorado dela. Gastamos o almoço todo conversando sobre mestrado, doutorado, barracos acadêmicas, aulas diversas e matando a saudade… Foi tão bom! Estava com muita saudade desta minha amiga e tentávamos nos ver havia muito tempo… Mas desta vez deu certo!

Logo depois do meu almoço, fui à Cásper Líbero – um lugar um tanto quanto especial para mim. Confesso que foi estranho estar lá de novo, mas não posso negar a alegria que sentir ao visualizar aqueles abafados corredores. E minha visita teve um motivo bem especial, fui encontrar o meu Mestre Jedi, um dos responsáveis por toda a loucura acadêmica que vivo atualmente. Tomamos um café juntos e conversamos muito. Não sei ao certo quanto tempo ficamos sentados na lanchonete do 3º andar, mas confesso que estava com saudade de trocar figurinhas com o meu eterno mestre.

Para encerar a terça-feira, que também foi marcada por uma nova trégua em minha casa, fui jantar com a Talita no Shopping Paulista e finalmente fomos assistir Alice no País das Maravilhas, do Tim Burton em versão 3D. Nos encontramos graças a uma inocente troca de e-mails sobre um pingente de Yorkshire – super a minha cara! E preciso afirmar que adorei matar a minha curiosidade sobre este filme que eu tanto esperei ao lado de uma amiga tão querida para mim. Não quero escrever muito sobre a história do longa – o roteiro tem uma sacada muito boa e não quero ser estraga prazer ao revelá-la, então deixarei para fazer uma crítica digna daqui alguns meses, mas adianto que AMEI! O filme me surpreendeu muito – não esperava pela trama abordada – e adorei muito! Gostei tanto que quero ver novamente, afinal há diálogos e detalhes tão geniais que uma segunda ida ao cinema se torna, basicamente, obrigatória.

E assim se passou mais um dia em meu País das Maravilhas… Apesar do cansaço e das bolhas no meu pé, preciso afirmar que foi um dia muito bom e que valeu muito a pena. É bom sair da rotina! É bom ver pessoas queridas! E, principalmente, é muito bom me sentir tão viva assim…


Talita e eu, como o meu novo visual para quem ainda não viu, na sala do cinema com os óculos para o filme 3D!


PS= Infelizmente, educação é de berço e nem todos a tem… Uma pena mesmo! Algumas pessoas não sabem se comportar dentro de cinema e acabam atrapalhando ou tumultuando o momento de entretimento dos outros.

Capítulo 4 – Procurando o Coelho


“(…) ardendo de curiosidade, correu pela campina
atrás dele [o Coelho], ainda a tempo de vê-lo se meter
a toda pressa numa grande toca de coelho debaixo da cerca”



Alice se viu perdida naquele enorme labirinto. Andava várias vezes pelos mesmos lugares e já não conseguia distinguir cada corredor – todos pareciam ser iguais. Ansiosamente, olhava para dentro de cada sala de aula, mas não conseguia achar o Coelho e isso a deixava cada vez mais agitada e cansada. O tempo também não ajudava muito naquele meio de tarde. Como o sol estava forte, mesmo com a presença forte do vento, sentia-se quente e abafada.

Havia uma música estranha no ambiente – interferência externa ao País da Academia -, mas isto incomodava profundamente Alice. Não entendia como que, num espaço dedicado aos estudos, as pessoas poderiam ser tão barulhentas e tão infelizes ao escolher barulhos eletrônicos para tocarem tão alto. Obviamente, Alice estava irritada por não conseguir encontrar o Coelho e, qualquer coisa, servia de desculpa para ela descontar sua raiva.

Andou tanto pelos corredores que perdeu as esperanças. Após relutar muito contra sua prepotência – traços de sua educação de alta classe -, Alice pediu ajuda ao Rato que caminhava por ali. Ele, apenas uma peça da instituição, não pode ajudar muito, mas indicou o Dodô. Este por sua vez tinha a planilha e nela o Coelho não estava incluído. Ou seja, a menina de cabelos loiros se confundiu – deixou-se levar pelo sentimento da saudade e não verificou as informações direito.

Alice agradeceu ao Dodô e sua atenção – sabia como era chato incomodar deste jeito – e voltou para a estrada de seu saber. Não sabia se encontraria o Coelho novamente – torcia para isto acontecer -, mas não podia ficar parada por mais tempo. Havia muito o que se fazer e os dias passavam muito rápido. Queria desvendar todos os mistérios do País da Academia e, infelizmente, se sentia mais perdida do que nunca.

Os vinte e um meses no País da Academia ainda não tinham suficientes para dar todas as manhas que Alice precisava para se tornar uma pessoa melhor!



UN POEMA DE AMOR

Nicolás Guillén

No sé. Lo ignoro.
Desconozco todo el tiempo que anduve
sin encontrarla nuevamente.
¿Tal vez un siglo? Acaso.
Acaso un poco menos: noventa y nueve años.
¿O un mes? Pudiera ser. En cualquier forma,
un tiempo enorme, enorme, enorme.

Al fin, como una rosa súbita,
repentina campánula temblando,
la noticia.
Saber de pronto
que iba a verla otra vez, que la tendría
cerca, tangible, real, como en los sueños.
¡Qué explosión contenida!
¡Qué trueno sordo
rodándome en las venas,
estallando allá arriba
bajo mi sangre, en una
nocturna tempestad!
¿Y el hallazgo, en seguida? ¿Y la manera
de saludarnos, de manera
que nadie comprendiera
que ésa es nuestra propia manera?
Un roce apenas, un contacto eléctrico,
un apretón conspirativo, una mirada,
un palpitar del corazón
gritando, aullando con silenciosa voz.

Después
(ya lo sabéis desde los quince años)
ese aletear de las palabras presas,
palabras de ojos bajos,
penitenciales,
entre testigos enemigos.
Todavía
un amor de “lo amo”,
de “usted”, de “bien quisiera,
pero es imposible”… De “no podemos,
no, piénselo usted mejor”…
Es un amor así,
es un amor de abismo en primavera,
cortés, cordial, feliz, fatal.
La despedida, luego,
genérica,
en el turbión de los amigos.
Verla partir y amarla como nunca;
seguirla con los ojos,
y ya sin ojos seguir viéndola lejos,
allá lejos, y aun seguirla
más lejos todavía,
hecha de noche,
de mordedura, beso, insomnio,
veneno, éxtasis, convulsión,
suspiro, sangre, muerte…
Hecha
de esa sustancia conocida
con que amasamos una estrella.

“I don’t wanna be anything other than what I’ve been trying to be lately
All I have to do is think in me and I have peace of mind
I’m tired of looking ’round rooms wondering what I gotta do
Or who I’m supposed to be
I don’t wanna be anything other than me”

I Don’t Want To Be – Gavin Degraw



No final de fevereiro, One Tree Hill entrou em hiatus (a break of several weeks or more in television scheduling) antes de apresentar os últimos 4 episódios desta sétima temporada. Desde então, boatos diversos na mídia especializada comentam a triste possibilidade de cancelamento da série. Nada por enquanto foi confirmado ou desmentido oficialmente e, com isso, os fãs de OTH estão em bem preocupados diante de tantas incertezas.

Segundo fontes da ABC, Sophia Bush, a querida Brooke Davis, foi escalada para a nova comédia familiar Southern Discomfort. Este novo programa ainda está na reserva da emissora, o que garante que, se One Tree Hill for renovada, Bush continuará na CW. Para completar o cenário de expectativa, dias desses, James Lafferty, o fofo Nathan Scott, declarou para o canal E!: “Eu não quero pensar negativamente, mas ao mesmo tempo é realidade que essa pode ser a última temporada. Eu não sei como me sentirei até acontecer. Parece o fim de uma era”.

A boa notícia, no entanto, é que fontes da CW comentam uma possível renovação da série para uma oitava temporada com apenas 13 episódios. É bem pouco considerando o número de episódios de todas as temporadas anteriores, mas é melhor isso do que nada, não?! Além do mais, segundo outras fontes, as chances de One Tree Hill ser renovada vão além de 50%.  Isso já serve para dar um ânimo, afinal a rede CW tem até o dia 19 de maio para anunciar suas resoluções para os anunciantes e para os fãs.

Mas, por enquanto, nenhuma decisão oficial foi tomada. Enquanto isto, alguns dados são conflitantes: a audiêndia de One Tree Hill caiu levemente nessa sétima temporada, de 2.9 milhões na sexta para 2.39 milhões (até agora). Em compensação, a série tem fãs muito dedicados, são 1.6 milhões no Facebook, e ficou em segundo lugar na nossa campanha Save One Show. Talvez a definição de uma nova temporada esteja neste caminho.

Bom, depois de mapear (mesmo que rapidamente) a situação, quero dar a minha opinião sobre tudo isso. Antes de qualquer coisa, preciso deixar claro que adoro muito One Tree Hill. Apesar de críticas e um pouco de zoação por parte de quem me conhece, não deixo de assistir a um episódio (fico na maior expectativas pelos inéditos), torço por cada um dos personagens e tenho o maior carinho pela trama. Mas, como boa fã que acompanhou a série desde o seu começo, preciso reconhecer que esta sétima temporada está deixando (e muito!) a desejar.

Lucas e Peyton fazem, sim, muita falta. Com a saída dele, a série perdeu a sua essência e, desde então, fica criando tramas (algumas nada a ver) só para tapar o buraco que ficou. Tudo bem que esta ausência ocorreu por uma falha nas negociações contratuais, mas a história e, principalmente, o público não tem que sofrer por causa disso. Eu continuei a assistir a série nesta sétima temporada e confesso que até gostei de certas escolhas dos roteiristas, mas confesso que perdi a excitação inicial. Não tenho mais o mesmo envolvimento que antes e, por mais que pese dizer, um possível cancelamento não me afetaria tanto assim. Triste, né?!

Enfim, nesta segunda-feira, 26 de abril, One Tree Hill volta com novos episódios e possíveis desfechos para as tramas apresentadas nos últimos 18 capítulos. Como não poderia deixar de ser, vou acompanhar e ainda tenho a esperança de que os roteiristas consigam salvar esta temporada com bons finais. Enquanto isto, fico na espera da decisão dos executivos da CW. Não sei ao certo o que eu torço para acontecer, mas tenho a certeza de que só quero que a trama (que eu adoro tanto) não seja mais prejudicada ainda por determinações falhas e totalmente voltadas para questões financeiras… Sério!


Para ler outros posts sobre One Tree Hill, é só clicar AQUI e AQUI!

“I don’t want to wait for our lives to be over,
I want to know right now what will it be
I don’t want to wait for our lives to be over,
Will it be yes or will it be…sorry?”

I Don’t Want To Wait – Paula Cole



Dawson’s Creek foi exibida originalmente entre 20 de Janeiro de 1998 a 14 de Maio de 2003 pelo canal pago Sony - no Brasil, o programa passava nas noites de segunda-feira numa dobradinha com Felicity! Esta série de televisão norte-americana era centrada em quatro personagens: Dawson Leery (James Van Der Beek), Josephine “Joey” Potter (Katie Holmes – atual esposa de Tom Cruise e mãe da fofa Suri), Pacey Witter (Joshua Jackson, de Fringe) e Jennifer “Jen” Lindley (Michelle Williams, ex-esposa do falecido Heath Ledger) – a partir da terceira temporada, Kerr Smith entrou para o elenco fixo como Jack McPhee. A trama era bem simples: mostrar a transição deste grupo de adolescentes para a vida adulta, lidando com amores, sexo, amizades, ética, moral, família, traições e tudo mais que serve para complicar a vida de qualquer ser humano.

Quando a série começou a ser exibida por aqui, eu, no auge dos meus 12 anos, comecei a acompanhar. Como já demonstrei várias vezes por aqui, sempre fui muito fraquinha na escolha de meus programas de televisão favoritos e, de cara, Dawson’s Creek se tornou uma paixão para mim. Adorava a trama, achava o James Van Der Beek e cheguei a ter os dois CDs com a trilha sonora. Além do mais, sempre torci muito (e sofri muito também) pelo amor de Dawson e Joey. Para mim, os dois eram o casal perfeito e precisam ficar juntos eternamente.

Foi por tudo isso que surtei muito quando assisti ao último capítulo. Depois de seis temporadas e seis anos gastados na frente da televisão acompanhando a trama e torcendo loucamente por um final feliz, me deparei com Joey e Pacey terminando a história juntos e Dawson sozinho. Não acreditei! Lembro que vi este episódio e chorei uma madrugada inteira com a minha mãe – para mim, não tinha sido justo e haviam cometido o maior assassinato em termo de roteiro.

Enfim… Sete anos se passaram e, de verdade, nunca lidei muito bem com este final. Mas, graças ao canal Liv, que estreou na TV paga para substituir o famigerado People + Arts, comecei a re-assistir, de madrugada, Dawson’s Creek desde a sua primeira temporada. Acho que muita coisa mudou nestes anos e hoje vejo a série com outro olhar – as experiências da minha vida, talvez, tenham me ajudado a superar a idéia de conto de fadas e isso me deixou um pouco mais crítica para entender a trama. E, numa noite destas, finalmente entendi o final e achei que, sim, fizeram a coisa certa ao deixar a Joey com o Pacey.

Vou explicar! Joey era apaixonada pelo Dawson desde criança – os dois tinham tudo para serem eternos apaixonados. Dawson gostava de Joey também, mas foi Pacey quem sempre esteve ao lado dela (isto fica MUITO claro na primeira temporada). Hoje vejo que Dawson era muito egoísta e, durante muitas vezes, deixou sua amiga (e dita ‘alma-gêmea’) de lado por causa de outras paixões, aventuras ou simples irresponsabilidade juvenil. Mas Pacey, não. Ele sempre esteve junto a Joey e, independente da crise que estava passando, ele jamais a abandonou. Há sete anos atrás eu não tinha compreensão disso. Achava que um romance estava escrito nas estrelas e, por isso, nada e ninguém poderia acabar com ele. Mas sei que não é bem fácil.

Atualmente, entendo que Joey e Dawson tinham uma paixão idealizada e romântica, cheia de carinho e bem própria da adolescência e das primeiras expectativas românticas. Isso é bonito e válido, mas uma relação verdadeira e adulta não pode se basear apenas nisso. Já Joey e Pacey viviam mesmo um amor – um sentimento capaz de compreender as diferenças, superar os desafios, respeitar sempre, ser companheiro no momento de alegria e tristeza e, principalmente, saber ser feliz com os pequenos atos.

É incrível como o tempo ajuda a esclarecer tudo, inclusive a noção de vida e amor. Assistir Dawson’s Creek novamente tem sido divertido, mas principalmente tem servido para me mostrar que, graças a Deus, não há remédio melhor do que o tempo e o amadurecimento. Sim! O não-compreendido hoje pode ser a certeza de amanhã. Definitivamente é muito legal perceber isso!


Joey e Pacey: Finalmente entendi que estes dois deveriam MESMO ficar juntos!

 

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