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“A hora do encontro é também despedida a plataforma desta estação, é a vida”

Milton Nascimento e Fernando Brant



2009 foi um ano feito basicamente de Melissas, chá verde da Starbucks, suco de açaí com morango das lanchonetes dos CAs da PUC e uma boa dose de laxante.

Foi o ano em que, finalmente, descobri que sonhos se tornam realidade e pude, mais feliz do que nunca, curtir um show dos Backstreet Boys. Durante aquele lindo dia – mais especial do que nunca! – não derrubei uma lágrima sequer. Estava feliz demais, perto do meu príncipe encantado e literalmente realizando o meu sonho. Tão bom… Tão especial.

2009 foi o ano das citações de Mário Quintana, músicas recicladas, descobertas sentimentais e pessoais e, principalmente, de muito crescimento acadêmico. Aprendi tanto, discuto conceitos não antes imaginados, chorei por não me achar capaz de prosseguir e me vi falando diante de várias pessoas.

Foi o ano da viagem louca para Curitiba, repleta de curvas, incertezas, pornô acadêmico, boas descobertas, muitas risadas, almoços enormes, muito medo, mensagens de texto variadas, amizades novas e uma boa dose de ansiedade para voltar – queria cuidar da mamãe e estar presente no aniversário da Mari, né?!

2009 foi o ano em que voltei à Cásper Líbero, no papel de estagiária docente. Foi ao ano em que pude, novamente, percorrer corredores tão amados, rever professores mais do que queridos, aprender tudo de novo e entender o ciclo contínuo da vida. Tão lindo… Tão importante para meu aprendizado tudo isso!

Foi o ano em que conheci melhor o meu orientador, desvendei os conceitos por ele defendidos, encontrei-me no meu projeto de mestrado, me perdi dentro do mesmo projeto de mestrado e, mais tarde, descobri que fazer uma etapa de cada vez é o melhor… Com certeza!

2009 foi o ano em que Jesús Martin-Barbero – sim! O dia da palestra de Jesús, com certeza, marcou minha vida e minha história e, no fundo, só eu sei o motivo disso. Naquele dia, tive a certeza de que tudo acontece por um motivo. Mais do que isso, percebi que o mundo é uma grande roda viva em que caminhos se cruzam quando menos esperamos.

Foi o ano em que finalmente comecei a receber a minha bolsa de estudo e pude, assim, estudar com mais calma, me dedicar mais ao aprendizado e ter uma vida material mais tranqüila e menos apertada. Foi o ano em que meu MP4 morreu depois de anos de convívio quase que diário, em compensação foi o ano em que comprei meu notebook – parcela em amadas 10 vezes.

2009 foi o ano em que menos bebi. Foi também o ano em que mais comi. Descontei toda a minha ansiedade em comida e engordei bons quilos. Passei muito nervoso, sofri demais por bobagens, entreguei meu coração para quem não merecia e, de alguma forma, sei que deixei passar uma ótima oportunidade de ser feliz.

Mais do que isso, este foi um ano em que sobrevivi. Sim! Parece que vivi muito, mas no fundo eu sei que a história não foi bem assim! Acho que reclamei mais do que devia, me perdi por motivos muito bestas, me escondi por bobagens sentimentais e não me entreguei de corpo e alma a tudo o que me foi oferecido. Infelizmente, quando percebi isso, já era tarde demais.

Sorte que nada é eterno e recomeçar nunca é impossível. Por isso que digo: 2010 seja MUITO bem vindo!


Para trazer sorte ao ano que se inicia!


Deito à noite e começo a sonhar com Walter Benjamin, reprodutibilidade técnica, capítulos de mestrado, letras em computadores, páginas e páginas de Word… Tudo isso e muito mais numa simples noite de sono. Acho que é peso na consciência por não estudar nada nos últimos dias! Ops!

Canção do dia de sempre

“Tão bom viver dia a dia…
A vida assim, jamais cansa…

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu…

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência… esperança…

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas…”

Mário Quintana



Vivendo um dia de cada vez… Simples assim!

“Haverá um eclipse solar mais escuro e sombrio do que todos desde a criação do mundo… tanto que parecerá que a gravidade da terra perdeu seu movimento natural e que o planeta mergulha no abismo da escuridão perpétua”

Nostradamus na Epístola ao Rei Henrique II



Fomos assistir ao filme 2012 em família. Estávamos papai, mamãe, minha irmã, minha avó, meu avô e eu todos juntos e prontos para ver o longa dirigido por Roland Emmerich e estrelado por John Cusack, Chiwetel Ejiofor, Amanda Peet, Oliver Platt, Danny Glover, Thandie Newton e Woody Harrelson.

A trama do filme nem vou comentar muito, é basicamente um retrato de eventos cataclísmicos que se desenrola no ano de 2012. Na história, devido a bombardeamentos de erupções solares, o núcleo da Terra começa a aquecer a um ritmo sem precedentes, provocando o deslocamento da crosta terrestre. Isso resulta em vários tipos de cenários apocalípticos, que vão desde a Califórnia caindo no Oceano Pacífico, a erupção do supervulcão de Yellowstone, grandes terremotos e vários megatsunamis ao longo de cada costa na Terra, mergulhando o mundo em caos.

O mais legal foi observar a reação de cada um de minha família ao final do filme. Papai ficou encantado com os avanços tecnológicos e só quis comentar os efeitos especiais. Minha irmã ficou achando pontos forçados da história – cenas que só aconteceriam no cinema. Meus avós preferiram não comentar nada – há até a teoria de que eles não entenderam muito bem a história. Minha mãe, por sua vez, ficou comentando as teorias sobre o fim do mundo de 2012 e tudo o que está previsto para acontecer.

Já eu resolvi pensar em tudo o que eu queria fazer antes de morrer e, como o fim do mundo pode estar mais perto do que imaginamos, pensei em diminuir minha lista de pendências e deixar somente aquilo que realmente pode ser realizado em até dois anos. Mas a grande moral de minhas reflexões foi: aproveitar todas as oportunidades como se elas fossem as últimas. Afinal, hoje é garantido, mas o amanhã… Não!

“Every time we’re together
It’d never be the same
If you’re not here
How can you stay away, away so long.
Why can’t we stay together
Give me a reason
Give me a reason”

Just Another Day – Jon Secada



Observando os raios de sol que entravam pela janela, ela só sentia vontade de voltar para a cama, debaixo do refrescante ventilador, para se refugiar em algum agradável sonho de verão. Estava triste com a realidade ao seu redor. Sentia-se sozinha e completamente longe do seu verdadeiro amor. Sua alma já se encontrava despedaçada em seu ser e o coração não parava de doer dentro do peito. Um pedaço de sua vida faltava e ela não via razão em viver mais um dia naquela agonia.

Escondia o rosto entre os travesseiros de penas de ganso e buscava na recordação alguma imagem agradável e confortável – queria ficar mergulhada naquela lembrança enquanto ia ao encontro de um descanso mais do que eterno. Sabia que seu desejo era muito poderoso e, por isso mesmo, empregava-o da maneira como podia: pedindo sonhos repletos de carinhos e daquela realidade que lhe parecia tão distante.

Distante, ouvia as conversas de família, as risadas, os latidos dos cachorros e a música escolhida especialmente para entreter o café-da-manhã familiar. Mas não ligava para nada disso. Usava como desculpa o cansaço acumulado no decorrer dos últimos meses e ficava deitada mesmo até o momento em que seu corpo não agüentasse mais o calor do lençol.

Na verdade, só queria uma desculpa, mesmo que falsa, para encontrar em sonho aquele que tanto lhe fazia falta naquele período de férias.

TOP 10 – Filmes do Ano



500 Dias Com Ela

UP – Altas Aventuras

Ele Não Está Tão A Fim de Você

Wall-E

Ensinando a Viver

Deixa Ela Entrar

O Curioso Caso de Benjamin Button

Uma Noite no Munseu 2

Kung-Fu Panda

10º Era do Gelo 3

Trófeu Joinha: O Coronel e o Lobisomen - Tinha de TUDO para ser um super filme, mas aquele final estragou todo o resto da história!

Feliz Natal!


“O Natal não é um momento nem uma estação, senão um estado da mente. Valorizar a paz e a generosidade e ter graça é compreender o verdadeiro significado de Natal”

Calvin Coolidge

 

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