“I don’t feel the sun’s coming out today…
It’s staying in… It’s gonna find another way
As I sit here in this misery
I don’t think I’ll ever know, oh Lord
See the sun from here
And oh! As I fade away
They’ll all look at me and say, and then they’ll say
“Hey, look at him! I’ll never live that way”
But that’s ok, they’re just afraid of change
And when you feel life ain’t worth living
You’ve got to stand up, and take a look around, look up way to the sky
And when your deepest thoughts are broken
Keep on dreaming boy, cause when you stop dreaming it’s time to die
And as we all play parts of tomorrow
Some ways we’ll work, and other ways we’ll play
But I know we can’t all stay here forever
So I’m gonna write my words on the face of today…
… And then they’ll paint it
And oh! As I fade away
They’ll all look at me and say, and then they’ll say
“Hey look at him, and where he is these days”
when life is hard, you have to change…
When life is hard you have to change”
Change – Blind Melon

Pelos meus posts do ultimo dia, meu blog deveria mudar de nome. De Muito Mais Sentimental, porque sim, eu sou uma pessoa muito sentimental, este espaço virtual – cuidado com tanto carinho e dedicação – deveria se chamar Diário do Pequeno Tom Zé. Sério!
Peço desculpas por isso… Tenho consciência de quanto isso é chato para quem não o conhece e não viveu com ele nos últimos nove anos e meio. Mas minha cabeça anda preocupada demais com o meu cachorrinho que não consigo pensar em mais nada.
Abandonei a execução do meu primeiro capítulo do Mestrado – pelo jeito, minha qualificação ficará para o começo do ano que vem mesmo – e só penso nele. É bizarro, mas meu bebê está doente, muito doente, e só ele ocupa lugar em meus pensamentos e sentimentos. Não consigo controlar isso – é mais forte que eu!
A melhora de ontem foi rapidamente revertida por um quadro grava durante a madrugada. O pequeno voltou a passar mal – vomitando direto e evacuando constantemente com sangue. Diante disso, optamos pelo extremo: resolvemos interná-lo numa clínica veterinária. Levamos ele logo de manhã – nem eram 7h00 quando chegamos lá – e não temos a menor idéia de quando ele receberá alta.
Enquanto esperamos o organismo dele reagir, ficamos apreensivas. Cada uma aqui em casa reage de uma maneira: mamãe alterna entre momentos de choro e momentos de pensamento positivo. Eu alterno entre momentos de limpeza (TOC, sabe?) e momentos de choro. Já a minha irmã tenta ser a mais forte e racional, mas ela também chora de vez em quando.
Em compensação, tenho mais sono do que em qualquer momento do resto do ano. Acho que estou usando o sono como uma válvula de escape. Sou a única que deita e dorme profundamente. Tenho sonhos extremamente reais, quase num tom de alucinação. E, quanto mais durmo, mais cansada eu fico. Sou a mais abatida – tenho chorado muito, é verdade -, mas sou a mais cansada!
Enfim… É só uma fase difícil! Só isso!
PS= As rezas para São Francisco de Assis continuam… Afinal, num momento de dor, acho que só a fé consola. Não é?!

2 comments
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11/11/2009 às 00:40
Lígia
Iza, só agora eu entrei no blog e li sobre o Tom Zé…
Olha, o quanto amor a gente pega pelos nossos bichinhos de estimação, como eles são membros da família para nós e ponto final.
Estou torcendo muito por ele! Muito mesmo! tenho muito carinho por todos os bichos, e sendo o Tom Zé então, de quem tantas vezes ouvi e li histórias, nem se fala!
Se depender do meu pensamento positivo, tudo ficará bem!
Bjinhos
11/11/2009 às 00:46
Lígia
Em 2002, eu estava toda atarefada estudando pra a segunda fase da Fuvest, quando um dos meus gatos, em plena véspera de natal, ficou super doente. Levamos ele pra a veterinária e descobrimos que as vias urinárias dele estavam obstruídas, e ele não conseguia fazer xixi.
Passei por momentos de ouvir da veterinária que talvez nada pudesse ser feito, de aprender a dar injeção todos os dias, de ficar com ele depois da cirurgia, mesmo fedendo a xixi (ele ficou vários dias com uma sonda, então não controlava o xixi), de rezar noites inteirinhas.
E no fim? No fim que ele estava com um ano e meio na época, e eu realmente cheguei a achar que ia perdê-lo. Hoje ele tem oito anos, e está firme e forte.
Força querida! Vou falar pra a minha mãe rezar pra São Francisco pelo Tim Zé ok?