“Don’t want to hear about it
Every single one’s got a story to tell
Everyone knows about it
From the Queen of England to the hounds of hell
And if I catch it coming back my way
I’m gonna serve it to you
And that ain’t what you want to hear,
But that’s what I’ll do”
(Seven Nation Army – The White Stripes)

Eram 3h20 da manhã do domingo. Finalmente, maio estava terminando e eu não pude deixar de sorrir quando vi a hora que os relógios da Avenida Paulista marcavam.
Depois de uma noite regada a MUITA cerveja, drinks, risadas e bobagens, eu e a Carol resolvemos voltar para casa andando. O combinado era o seguinte: iríamos até a casa dela, na rua Brigadeiro, a pé e, de lá, eu pegaria um táxi. E assim foi feito, apesar da forte dor de cabeça e das pernas trançando por causa de tanto álcool na veia sangüínea.
A noite tinha sido combinada de última hora. Por causa do aniversário de um amigo (MUITO querido), resolvemos nos reunir às 21h00 para beber algo e falar bobagem na madrugada paulistana. Foi tão de improviso que, quando fui avisada da comemoração, já tinha comprado a minha janta, mas não me desanime. Tratei de comer direitinho e já corri para em arrumar.
Para variar, apesar de toda a correria, fui a primeira a chegar e me divertir esperando pelos outros amigos numa das esquinas da Augusta! Não demorou muito para eles chegaram e, depois disso, a noite foi pura diversão: comemos, bebemos, rimos sem parar e conversamos sem parar.
Foi tão bom, apesar de ficar 80 reais mais pobre depois desta brincadeira. Mas nem dá para reclamar: depois deste mês louco, eu merecia DEFINITIVAMENTE um encerramento de alta classe e altamente etílico!
“Invejo as pessoas que bebem. Pelo menos têm alguma coisa em que botar a culpa”
Oscar Levant

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